quarta-feira, 20 de maio de 2015

Leitura(s) para PAIS

Dia Mundial do Livro

O projeto de Leitura(s) para PAIS (encarregados de educação e famílias das crianças) é de facto um verdadeiro sucesso! E tudo isto se deve à adesão das mães dos pequenos alunos. 

Então, como forma também de agradecimento, elaboramos um marcador de livros especial, para o dia 23 de abril - o dia mundial do livro. 

Que ficou deste jeito...





Algumas mães já se questionam sobre a continuidade deste projeto. Por isso lanço, desde já, o repto à Biblioteca Escolar do nosso agrupamento e à Biblioteca Municipal de Gondomar, para não deixar esta (embora que pequena) comunidade leitora, sem livros.

E, se possível, tentem apoiar este tipo de projetos sem constrangimentos, e burocracias medrosas - pois o medo de que os livros desapareçam, o medo que os livros se estraguem, o  medo disto, e o medo daquilo... continuam um constrangimento inaceitável.

Assim, será proporcionado a todos os 'não leitores' a possibilidade de aprender a gostar de ler.

Entretanto fica aqui expresso o meu reconhecimento a todos quantos me têm cedido, sem medos, algumas das obras das suas bibliotecas pessoais para o desenvolvimento deste projeto.

E este enorme obrigada vai especialmente para:

A assistente operacional Telma Marina Vieira
A mãe da menina Rita Mota
O meu irmão Manuel e a minha cunhada
A minha amiga Teresa Cardoso
E para a minha mãe Olguinha.





Ser Mãe

Ser MÃE


Não me vou repetir, pois o que disse na página "Ser Pai" poderia ser dito nesta página também.

Parafraseando a escritora Mariana Ruiz: 


"MÃE é tantas coisas... é casa redonda, macia e andante... 
pôs-me neste mundo, nu, pequeno e terno. Deu-me o seu peito de leite materno..." 


Mãe é tantas coisas...

Então, para celebrar este dia do calendário, tivemos de escolher, como já vem sendo hábito, uma poesia para dizer em casa à mãe.


Mas também tivemos de a manter em segredo num bonito embrulho, depois de guardada no coração
.





Então, este ano letivo, escolhemos a poesia da "Foco Musical", esse projeto fantástico dedicado à música, de extraordinária qualidade estética e cultural, cujo rosto é Miguel Pernes, e que a seguir se segue.

A estrela cadente

  
"Vê como a estrela cadente se move, vê como o Mundo vai atrás
Sem saber se para aqui, se para ali.

Importante é poder estar

Vou colher a minha sorte
vou mesmo de olhos vendados.
Sim, porque eu sei que terei sempre
quem me abrace, quando a casa voltar.

Eu já fui bebé, já gatinhei, muito, muito, muito...
E, estou a crescer, estou a crescer, estou a crescer.

E agora quero pintar os meus sonhos da cor do arco íris
e, se borratar, não faz mal, pois eu sei, que terei sempre
quem me abrace, quando a casa voltar."


Um grande, grande abraço para todas as MÃES. 






Conhecer o mundo


Conhecer o MUNDO

Ainda no âmbito do trabalho sobre a ciência no pré-escolar, neste terceiro período, reiniciamos o mesmo com a experiência: "comedouros para borboletas".

E mãos à obra...


               Introduzimos o tema, fazendo a exploração das nossas enciclopédias, para entendermos melhor estes dois seres vivos: a BORBOLETA e a FLOR.


 E, depois de lidas as instruções, passamos à construção dos comedouros.


 A professora Helena da educação especial deu também uma ajuda.



Depois de coladas nos recipientes as pétalas do girassol artificial, passamos 
a enche-los com algumas colheres de sopa de água e de açúcar.


Depois de prontos, fomos pendurar os recipientes nos ramos das árvores. 
Agora, temos de aguardar um dia quentinho de sol para podermos observar as BORBOLETAS.



E, como há tão poucas borboletas, resolvemos fazer algumas e aproveitar o sol morno deste início de primavera. 





As borboletas são lindas e os dias primaveris também!!!

...até o bolo da Rita Cruz foi... BORBOLETA !!! Parabéns Rita.

A sua madrinha também está de parabéns,  pois o bolo era super lindo. Esta forma de acompanhamento do trabalho, que se vai fazendo no jardim de infância, mostra bem o empenho que as famílias desenvolvem junto dos que amam.



O caçador de BORBOLETAS

“Sorridente, ao nascer do dia,
ele sai de casa com a sua rede.
Vai caçar borboletas, mas fica preso
à frescura do rio que lhe mata a sede
ou ao encanto das flores do prado.
Vê tanta beleza à sua volta
que esquece a rede em qualquer lado
e antes de caçar já foi caçado.

À noite, regressa a casa cansado
e estranhamente feliz
porque a sua caixa está vazia,
mas diz sempre, suspirando:
Que grande caçada e que belo dia!

Antes de entrar, limpa as botas
num tapete de compridos pelos
e sacode, distraído,
as muitas borboletas de mil cores
que lhe pousaram nos ombros, nos cabelos.”

de Álvaro Magalhães (in O Brincador)