segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Conhecer o mundo


Aproveitando um dia de sol de inverno, e o gosto que as crianças têm pela terra e pelos elementos naturais, foi-lhes proposto que em vez dos desenhos que costumam fazer, brincassem com as sombras. 

Depois da brincadeira, e de observamos o comportamento da nossa sombra, com alguns ramos de árvore, desenhamos as nossas silhuetas.




E, como na nossa sombra, não se vê nem os olhos nem a boca, logo surge a ideia de escrever o nome da pessoa a quem pertence a sombra. Pois a vontade de rabiscar dentro da silhueta era mesmo muita.

Posteriormente fizemos a mesma atividade, mas num outro suporte: o chão duro do recreio. 
Aí tivemos de utilizar o giz grande para realizar as silhuetas.






Todos os dias uma história


Esta atividade desenrolou-se integrada nos objetivos do projeto:
 "Todos os dias uma história".



A partir de um conjunto de desenhos de várias crianças, que foram sido colocados sobre diversos papeis, nas paredes de corticite, foi lançada ao grupo a proposta de construção de uma história. coisa que alguns já vinham fazendo oralmente há algum tempo.

Ao retirarmos os desenhos, e porque já lá se encontravam expostos há algum tempo, também por força da incidência do sol, ficaram as marcas dos mesmos. A este olhar atento, uma das crianças observou que tinha ficado no papel "uma história invisível". Pois só, mas ainda, restavam as marcas.

Partimos assim para a organização dos desenhos, criando a história a pouco e pouco.
Com os rolos de papel de  cozinha separamos o que consideramos estar preenchido numa folha grande.

Todo o grupo acompanha e participa nesta primeira fase de construção da história.




Depois, a construção do livro ficou nas mãos de um pequeno grupo que se ofereceu para o realizar.





E como quase todas as histórias, esta também começou por "Era uma vez".


  





A emergência da(s) literacia(s)


No contacto diário com as letras e os números, os livros, os jogos e outros suportes, a criança desperta para as aquisições formais da leitura e da escrita.

Na sala de atividades existe um espaço mais dedicado à escrita, onde os números, as letras, as palavras, os retratos com os nomes dos colegas, se misturam com os escantilhões, as réguas, as esferográficas e os lápis, e também as canetas e os lápis de desenho.

Integra-se assim de forma lúdica, mas séria, o currículo formal, levando a criança a familiarizar-se com estes códigos.


"Escrever direito por linhas tortas"- dizem que só deus. E as crianças - digo eu.


Esta área da escrita fica ao lado da área dos livros. Infelizmente, a nossa biblioteca de jardim de infância, é agora, que regressei de novo a este lugar, inexistente.

Com o esforço das assistentes operacionais: Telma e Rosário, e a Marina que tem em mãos a organização dos temas, das cotas, e do inventário dos livros, temos fora da sala de atividades um armário onde se arrumam os livros e que se encontra à disposição das duas salas de atividades.






A confeitaria da RITA

A confeitaria da RITA continua a fazer progressos e o seu espaço tem agora, para além do balcão de venda e de caixa, também a zona de cafetaria, para que os clientes possam comer aí o que adquirem.

Assim já podem comer as coisas doces com um chá ou um café.

Vai um cafézinho?
 Com um bolinho?


Que grande azáfama!!! E com os filhos no local de trabalho ... !!!



domingo, 22 de fevereiro de 2015

A confeitaria da RITA

A confeitaria da RITA é um sucesso de vendas.

Isto significa em termos pedagógicos, que a turma inteira adere a este projeto de faz de conta, onde o lúdico se torna em ação de séria aprendizagem.

Aqui demonstram-se saberes já feitos, e realiza-se a assimilação de outros, em construção permanente através da partilha, e do diálogo com os outros, onde o lúdico se mistura com o real, vivido aqui e agora.

As crianças trazem assim, para dentro das portas do jardim de infância, a realidade do quotidiano.
E esta é a melhor forma de ensinar e aprender em jardim de infância.

Abriu assim em lugar novo - devido ao sucesso - a nova confeitaria da RITA. O mesmo é dizer que saímos do lugar das construções e reunião de grande grupo, para o espaço dedicado ao que costumam chamar de casa das bonecas, que é por excelência o espaço dramático - do faz de conta.

E assim foi criado o espaço de vendas e o da caixa. As duas Ritas tratam do negócio, enquanto outra   Rita executa a compra fazendo o respetivo pagamento, depois de ter  ido ao banco levantar dinheiro.

Claro que chegaram de casa algumas coisas essenciais como a máquina registadora e o telefone, de onde se fazem as encomendas à fábrica, ou se agiliza um pedido de empréstimo ao banco.
Para já o número de contacto é o seguinte: 12344
E claro está! Quem melhor do que filha de confeiteiros para dar continuidade ao trabalho nessa área?
E lá está (acima) a Rita Isabel (ou também ela não fosse RITA!), a tratar do negócio.



Também a fábrica está a sofrer de alterações, pois com o número de pedidos são necessárias outras condições. Aqui os funcionários são muito, muito novos. Mas "de pequenino se torce o destino", e este é na verdade um trabalho infantil, que os mais pequeno levam a sério (no meio de muitas gargalhadas - claro!!!).

O Flávio e a Margarida estão muito atentos; pois a encomenda pode vir para trás.



A Rita Cruz (as "Ritas" não deixam nada por mãos alheias, e muito menos esta), e o Alfredo (também ele filhos de gente que percebe desta industria) substituem, no dia seguinte, os seus colegas. 



O Alfredo parece não estar achar a tarefa muito fácil. A massa de pasteleiro está a colar-se ao rolo da massa.
Temos de pedir ajuda ao seu pai Alfredo!

Amanhã também é dia. Por hoje chega. Até amanhã!



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A Confeitaria da RITA

Está a nascer um pequeno projeto: "A confeitaria da RITA". 
E, desde já, temos de apresentar as nossas desculpas às senhoras enfermeiras da saúde escolar, mas uma confeitaria tem mesmo coisas doces!!!
Num abrir e fechar de olhos, os  livros, a plasticina e as cadeiras, passam para a área das construções.
A Rita Maria e a Bruna começam a montar, aquilo que me dizem ser uma confeitaria. A Rita Mota e a Rita Cruz estão a confecionar na área da plasticina, croissants, bolos, chupa-chupas, gomas e até cachorros. 
A Matilde e a Margarida estão curiosas; certos de que serão as próximas compradoras.
E, já se começa a adivinhar porque é que a dita loja de coisas doces se chama "Confeitaria da RITA" - com tantas Ritas!!!
Aqui vão ser apresentados os primeiro passos. Por isso, continuem a acompanhar-nos na "Confeitaria da RITA".

Os nossos corações de barro, também serviram para se transformarem em lindos biscoitos!
E, claro que foi necessário criar um banco para facilitar o desenvolvimento do pequeno comércio. Este, realizado através de um dos jogos de mesa, que possuía um grande número de peças circulares azuis, muito práticas, para que a imaginação as transforme em moedas de 1 euro.
O Gabriel foi o grande promotor desta instituição bancária. Nem mais! O nosso primeiro banqueiro.


domingo, 1 de fevereiro de 2015

A emergência da(s) literacia(s)

Dando continuidade ao trabalho anterior, e porque as atividades que parecem soltas podem transformar-se em pequenos projetos. 
Assim aconteceu...
Pegamos no livro "1,2,3... conta lá outra vez" com ilustrações maravilhosas da Danuta e fomos por aí fora... pois podemos contar uma e outra e muitas vezes, infinitamente...


E como o livro da Danuta está escrito em várias línguas, e os nossos alunos estão a frequentar a disciplina de inglês, também se aproveitou para fazer a leitura nesta língua.
A propósito da língua inglesa, lembramos a Luana que partiu com a mãe para a Inglaterra.


Contamos os nossos dedos das mãos e o dos pés do "bebé", pois os nossos estão muito tapadinhos com este frio!


Aproveitamos para utilizar alguns dos símbolos matemáticos.




E o computador ajudou para concretizarmos a tarefa seguinte com os mais velhos do grupo: desenhar os números de forma criativa como fez a Danuta.



Depois do Gabriel realizar o seu trabalho, foi a vez de alguns colegas seus explorarem o computador.







E, assim os dez alunos mais velhos executaram a tarefa proposta desta forma fantástica, onde foi colado o trabalho executado no computador pelo Gabriel.





A emergência da(s) literacia(s)...

... ou a importância da ação da educadora, em jardim de infância, para promover o desenvolvimento das capacidades das crianças na construção do saber, nas áreas da leitura e escrita, e matemática.


Com os números desenhados pela Leonor, fizemos uns cartões para inventar jogos, e brincar com os números.


A educadora reserva os cartões com os números mais baixos para os mais novos, de forma a que todo o grupo possa estar integrado.
E os mais velhos ajudam os mais novos a contar, e a fazer a leitura dos números.
Desde cedo as crianças começam a distinguir os algarismos das letras, e começam a interiorizar conceitos indispensáveis à vida.








Colocamos os cartões e os respetivos "legos" por ordem crescente; e  enunciamos por ordem crescente e decrescente, associando algumas lengalengas, seguidas de uma atividade de movimento (dança de roda).