Seguem assim algumas imagens desta tarefa parcialmente executada pelas crianças.
E a propósito do dia de reis e da tradição que se mantém por estes lados de melres, também trabalhamos a poesia "O RATO" de Luisa Ducla Soares, em jeito de trava-língua.
"O rato"
o rato roeu
a rolha da garrafa
do rei da Rússia.
Rara astúcia foi a sua:
roeu metade da rolha
e depois fugiu para a rua!
Mas o rei da Rússia,
que estava à varanda
com o rei da Holanda,
viu-o passar e chamou-o:
- Ó ratinho sem vergonha,
para onde levas tu a rolha?
- Levo-a para o lago.
Se me faltar o pé,
agarro-me a ela logo,
já não me afogo! "
E, não deixamos de aproveitar esta pequena dramatização para verificarmos que o ratinho sabia do que falava: com a rolha de cortiça se salvaria, e nunca, nunca se afogaria !!!
Todo o grupo observou a textura e o peso do pedaço da rolha de cortiça do ratinho 'sem vergonha'
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O ratinho e o grupo que esteva atentamente a assistir à pequena dramatização observam atentamente a flutuabilidade.
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